
O filme do barbeiro Sweeney Todd, Johnny Depp, é preso injustamente por determinação do juiz Turpin, Alan Rickman. Ao sair da cadeia, ele coloca em prática a sua vingança, reabrindo a barbearia e se tornando o Barbeiro Demoníaco de Fleet Street, porém seus clientes sempre desaparecem. Mrs. Lovett, Helena Bonham Carter, é uma famosa quituteira que se une ao barbeiro. Na verdade, ela é uma serial killer que usa os restos mortais de suas vítimas para assar tortas que viram a sensação de Londres. Com a nova parceria, os ingredientes são fornecidos por Sweeney Tood. Vi muita gente correr do cinema, pelo suco de beterraba que escorre da cadeira do barbeiro até as valas da velha Londres. Jonhy Deep dá um show de atuação, assim como em Piratas do Caribe e o Libertino. O filme é um ótimo musical, gótico. Marcado por contrastes de sua vida passada, onde tudo era mais claro, barker verbaliza ao lado de Helena e, a vida que ele adotou, agora marcada pelo sombrio.
O filme do barbeiro se assemelha a do açougueiro que adorava fazer lingüiça. O chamado Crime da Rua do Arvoredo é um episódio que ocorreu em 1864, na cidade de Porto Alegre.
Um sujeito chamado José Ramos, que era na verdade um inspetor de polícia de Santa Catarina, teria comprado ou alugado uma casa na antiga Rua do Arvoredo, atual Rua Fernando Machado, de um sujeito chamado Carlos Klaussner, antigo dono de um açougue que funcionava no mesmo local.
Consta que o tal homem gostava de música, andava bem vestido, enfim, era, como se dizia na época, um boa-vida. Tempos depois ele conheceu Catarina Palsen, com quem passou a viver, e a praticar os tais crimes.
Ao que tudo indica, ela, Catarina, de origem húngara, e de grande beleza, atraía as vítimas para a tal casa-açougue, para que fossem mortas por José Ramos, esquartejadas e, com a carne, eram fabricadas lingüiças, vendidas no comércio de Porto Alegre.
Nesse ponto "inicia a lenda", pois os processos criminais a que José Ramos respondeu, existem, mas neles não consta que as vítimas eram transformadas em lingüiça. Segundo o historiador Décio Freitas, autor do livro O Maior Crime da Terra (Editora Sulina, 1998), os processos estão incompletos, faltam folhas, é todo manuscrito, e, se realmente a história é verdadeira, nunca se saberá, pois somente as folhas faltantes nos autos é que poderiam dar algum indício sobre a veracidade das tais lingüiças, ou não. O fato é que hoje existe o crime, porém as provas sobre as lingüiças fabricadas com carne humana foram consumidas no decorrer do processo e o passar dos anos. Foram quatro vítimas, contando com um cachorrinho preto e um garoto de 14 anos, todos encontrados no porão da casa do casal José Ramos e Catharina Palsen. Um dos cadáveres havia sido retalhado com a cabeça e membros separados do corpo. A polícia acreditava que duas das vítimas haviam sido mortas por causa de seus bens. Na época, Porto Alegre tinha um grande número de imigrantes, sendo uma das vítimas um alemão, e por isso, falavam-se várias línguas diferentes. Talvez seja daí que tenha surgido a lenda e, que ela tenha se espalhado, que era feita lingüiça dos restos mortais das vítimas e que era vendido num movimentado açougue da cidade. Porém, nada sobre essa lenda, constam nos arquivos da polícia. Esse crime, além de mexer com a imaginação das pessoas provocou também uma grande reviravolta e repugnância na vida das pessoas.
O filme do barbeiro se assemelha a do açougueiro que adorava fazer lingüiça. O chamado Crime da Rua do Arvoredo é um episódio que ocorreu em 1864, na cidade de Porto Alegre.
Um sujeito chamado José Ramos, que era na verdade um inspetor de polícia de Santa Catarina, teria comprado ou alugado uma casa na antiga Rua do Arvoredo, atual Rua Fernando Machado, de um sujeito chamado Carlos Klaussner, antigo dono de um açougue que funcionava no mesmo local.
Consta que o tal homem gostava de música, andava bem vestido, enfim, era, como se dizia na época, um boa-vida. Tempos depois ele conheceu Catarina Palsen, com quem passou a viver, e a praticar os tais crimes.
Ao que tudo indica, ela, Catarina, de origem húngara, e de grande beleza, atraía as vítimas para a tal casa-açougue, para que fossem mortas por José Ramos, esquartejadas e, com a carne, eram fabricadas lingüiças, vendidas no comércio de Porto Alegre.
Nesse ponto "inicia a lenda", pois os processos criminais a que José Ramos respondeu, existem, mas neles não consta que as vítimas eram transformadas em lingüiça. Segundo o historiador Décio Freitas, autor do livro O Maior Crime da Terra (Editora Sulina, 1998), os processos estão incompletos, faltam folhas, é todo manuscrito, e, se realmente a história é verdadeira, nunca se saberá, pois somente as folhas faltantes nos autos é que poderiam dar algum indício sobre a veracidade das tais lingüiças, ou não. O fato é que hoje existe o crime, porém as provas sobre as lingüiças fabricadas com carne humana foram consumidas no decorrer do processo e o passar dos anos. Foram quatro vítimas, contando com um cachorrinho preto e um garoto de 14 anos, todos encontrados no porão da casa do casal José Ramos e Catharina Palsen. Um dos cadáveres havia sido retalhado com a cabeça e membros separados do corpo. A polícia acreditava que duas das vítimas haviam sido mortas por causa de seus bens. Na época, Porto Alegre tinha um grande número de imigrantes, sendo uma das vítimas um alemão, e por isso, falavam-se várias línguas diferentes. Talvez seja daí que tenha surgido a lenda e, que ela tenha se espalhado, que era feita lingüiça dos restos mortais das vítimas e que era vendido num movimentado açougue da cidade. Porém, nada sobre essa lenda, constam nos arquivos da polícia. Esse crime, além de mexer com a imaginação das pessoas provocou também uma grande reviravolta e repugnância na vida das pessoas.
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